A escolha dessas imagens, encontradas no google a partir da palavra "busca" e "mulher busca", visa explicitar um pouco a experiência proporcionada pela imersão no universo da ead. Isso desde o momento em que soube da proposta do PEAD, do debate sobre sua proposta e sua construção, de minha iniciação continuada nos ambientes virtuais. Lembro de minha alegria quando, ainda no processo seletivo para tutores, navegavando pelos materiais das interdisciplinas, a sensação de descoberta de novos mundos. Há poucos meses, lendo sobre ead, deparei-me com uma característica (também um argumento a favor) da ead virtual: do aluno que sente-se capaz da descoberta- lembrei-me daquela situação. Embora muitos brasileiros tenham tido contato com o Oceano Atlântico, alguns ficaram na areia a observá-lo, outros molharam os pés algumas vezes, outros entraram até a altura da cintura, outros ousaram mergulhar, houveram aqueles que foram até os bancos de areia, alguns fazem apnéia, outros tiveram o "batismo" e alguns, precisam mergulhar periodicamente.
O que isso tem a ver com educação, com a nossa Especialização?
O mar (mares e oceanos) é relevante na História, para a difusão de culturas, para a formação de povos, para o comércio... Enquanto educadores procuramos por descobertas, sejam elas nas manifestações cotidianas do educando ou do educador, sejam nas problematizações e nas buscas por compreensões. Assim, o mar pareceu-nos uma imagem propícia para nossas aprendizagens. Cada um tem sua experiência ao adentrar no conhecimento, e este experienciar vai lhe constituindo e lhe oferecendo novas possibilidades.
Além disso, nós que estamos em ead, navegamos na rede www. Observamos, entramos, navegamos, descobrimos, "ancoramos", seguimos, retornamos. Saimos em viagem novamente. Até onde? Vamos. Aprendemos (e aqui não cabe ponto final)
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